Cláudia Saldanha (2008 – 2014)

A gestão de Cláudia Saldanha é marcada por uma transição política no país, com o término do segundo mandato de Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) consolidado no Brasil. Abre a disputa para um novo processo eleitoral, em que vence Dilma Rousseff, indicação de Lula para ser sua sucessora.

Dilma ganhou destaque na equipe de governo por formular o plano do governo na área energética ainda no mandato de Lula, quando foi convidada para ocupar a pasta de Minas e Energia em 2003 permanecendo até 2005. Em outubro de 2010 foi a primeira mulher eleita para ocupar a Presidência da República.

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Luiza Interlenghi (2008)

A gestão de Luiza Interlenghi é marcada pela ausência de documentos o que dificultou o processo de pesquisa para elaborar uma análise mais profunda de sua atuação na Escola. Apesar do pouquíssimo tempo em que ficou na direção (aproximadamente sete meses), Luiza elaborou um relatório e apontou alguns problemas crônicos da Escola, que ao longo do tempo haviam sido identificados em maior ou menor grau pelos gestores anteriores.
O relatório apresentado dividiu os problemas em três campos: Ensino, EAV e a Sociedade, e Estratégias de Manutenção e Sustentabilidade Financeira.

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Carlos Martins (2007 – 2008)

Carlos Martins foi diretor da EAV por um curto período, aproximadamente um ano. A característica mais marcante é a tentativa de estruturação da Escola em termos de gestão. Algumas medidas foram fundamentais para organizar e definir o funcionamento da EAV.

Essa gestão enfrentou sérias crises, agravadas pela demissão de todo corpo da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais – Ameav.

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Reynaldo Roels (2002 – 2007)

Reynaldo Roels Júnior inicia sua atividade como diretor da Escola de Artes Visuais em setembro de 2002. Sua gestão pretendeu reforçar o papel de ponta que a EAV vinha desenvolvendo aos longos dos anos no ensino da arte no Brasil.

Realizou uma ampliação e extensão dos cursos do Módulo Básico. Outra iniciativa da gestão foi a concepção do Módulo de Desenvolvimento – em que os cursos visavam à orientação dos alunos que pretendiam seguir uma carreira artística.

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Luiz Ernesto (1998 – 2002)

Depois da saída de Luiz Alphonsus da direção da EAV, Luiz Ernesto, que havia sido coordenador de Ensino, foi sugerido pelo conselho da Escola como sucessor e aceito por Lélia Fraga secretária de Cultura e Esporte, para assumir o cargo. Durante sua gestão, Luiz Ernesto enfrentou algumas mudanças de secretários de Cultura, Adriano de Aquino permaneceu no cargo de 1999 a 2000, sendo sucedido por Helena Severo.

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Luiz Alphonsus (1995 – 1998)

Luiz Alphonsus Guimaraens é mantido no cargo como diretor da EAV, pelo novo secretário de Cultura, Leonel Kaz, em ofício enviado em 8 de fevereiro de 1995 e permanece no cargo até maio de 1998.

No início de sua nova gestão, Luiz Alphonsus convocou uma reunião com os coordenadores de núcleos para realizar uma reforma pedagógica, sugerindo reuniões quinzenais para que pudessem acompanhar e discutir, além das questões cotidianas da instituição, pontos específicos sobre o ensino.

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Luiz Alphonsus – Maria do Carmo Secco – Xico Chaves (1993 – 1994)

Em novembro de 1993, Ignez Soares Pinto, que havia assumido a direção de forma interina, deixa o cargo depois da indicação do secretário de cultura Edmundo Moniz para que o artista Luiz Alphonsus Guimarães fosse o novo diretor da EAV.


A nova direção apresenta uma peculiaridade na história da Escola. Embora a escolha tenha sido do secretário de Cultura, os nomes foram indicados em uma lista tríplice, formada a partir de um consenso nas diversas assembleias organizadas na escola por professores e alunos, na qual, além de Luiz Alphonsus, havia os nomes dos artistas Maria do Carmo Secco e Xico Chaves, ficando decidido que o primeiro seria o representante legal. Luiz Alphonsus declara no jornal sobre a gestão compartilhada: “Serei o diretor de direito, mas não de fato. Prestarei contas à Secretaria sobre o funcionamento, mas, aqui na Escola, trabalharemos juntos”.[1]

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João Carlos Goldberg (1991 – 1993)

Em maio de 1991 com a saída de Luiz Aquila da direção da Escola de Artes Visuais do Parque Lage inicia-se uma disputa pela sucessão entre o pintor Hilton Berredo e João Carlos Goldberg. Foi escolhido o segundo candidato por indicação dos professores e alunos da EAV, por meio de abaixo-assinado. João foi o segundo gestor (o primeiro foi Luiz Aquila) que não foi escolhido pelo secretário de Cultura, em geral responsável pela nomeação dos diretores da Escola.

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Luiz Áquila (1988 – 1991)

Luiz Aquila, desde que ingressou na EAV, passou por diferentes cargos. Iniciou suas atividades como professor da Escola, na época de Rubem Breitman (1979–1983), foi presidente da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais – Ameav, na gestão de Frederico Morais (1987–1988), a quem substituiu como diretor. Diferentemente das outras sucessões, Luiz Aquila não foi nomeado pelo secretário de Cultura.

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Frederico Morais (1987 – 1988)

Apesar do breve tempo em que foi diretor da Escola de Artes Visuais, pouco mais de um ano, Frederico Morais promoveu uma revolução estético-conceitual, tanto no ensino sob coordenação de Giodana Holanda, quanto nas exposições, núcleo coordenado por Nelson Augusto.

O programa de cursos foi todo reformulado tendo como premissa a integração do aluno em todas as disciplinas oferecidas. A Escola era “pensada” como um ambiente, uma “atmosfera”, no qual funcionava, além das oficinas especiais, uma série de debates com artistas e intelectuais da época; o cinema também era utilizado como recurso de ensino – ciclo Cineav.

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Marcus Lontra (1983 – 1987)

O esfacelamento do poder ditatorial foi gradativo e nos anos 80 a mudança não foi um processo conquistado pela população, por mais que existissem manifestações populares como as chamadas “Diretas já”. O fim da ditadura foi mais um processo de desgaste político do sistema do que uma conquista nacional. A transição da ditadura militar para a democracia no Brasil, segundo Elio Gaspari (Nápoles, Itália, 1944), foi “desmontando aos poucos, com tamanha precisão que até hoje não se pode dizer quando acabou”.[1]

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Nelson Augusto (1983)

Nelson Augusto ocupa a Direção da EAV apenas por quatro meses em 1983. Esse momento, porém, marca um importante período de transição política, sendo Chagas Freitas o último governador da ditadura militar sucedido por Leonel Brizola, primeiro governador eleito depois de anos de repressão.

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Rubem Breitman (1979 – 1983)

A gestão de Rubem Breitman (1932-2001) foi norteada pelo período de transição com a saída de Ernesto Geisel (1907-1996) em 1979 e a posse da Presidência da República de João Figueiredo (1918-1999), último presidente militar que dá continuidade à abertura política; finalizando seu mandato em 1985.

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Rubens Gerchman (1975 – 1979)

A inauguração da Escola de Artes Visuais – EAV, em 1975, foi marcada pelo afrouxamento da repressão política ocasionada por Ernesto Geisel (1907–1996) na Presidência da República. Nesse mesmo momento acontecia a fusão entre o Estado da Guanabara e o Estado do Rio de Janeiro que passa a ser governado por Floriano Peixoto Faria Lima (1917–2011).

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